CRÍTICA | Eu Não Sou Madame Bovary: Um retrato da burocracia da China

NOTA: (4 / 5)

Em meio a tantas super produções chinesas lançadas anualmente, ainda há alguns dramas políticos de baixo orçamento que conseguem fazer sucesso ao redor do mundo, mesmo que sob a graça dos festivais de cinema. É o caso de Eu Não Sou Madame Bovary (I Am Not Madame Bovary), do diretor Feng Xiaogang, premiado em 2016 nos Festivais de Toronto e de San Sebastián. Ainda que Feng seja conhecido por ter feito blockbusters de sucesso, ‘Bovary‘ se limita em contar uma história que, embora simples, debruça-se em um roteiro bem construído que envolve uma prática combatida rigorosamente pelo governo chinês: críticas ao seu sistema político.

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